A idéia de que sexo faz bem virou regra agora. Revistas antes preocupadas com política, agora falam que fazer sexo faz bem para a saúde. E até a Rede Globo, sempre pudica, também tem insistido nisso.
Quanto mais falam, mais bobagem dizem. Pois o sexo só faz bem para quem tem prazer com o sexo. Quem não tem, enfrenta um sofrimento. E isso atinge em cheio as mulheres.
Uma boa parte das mulheres não gozam. E isso independe do parceiro. Não gozam porque não gozam, e nunca irão gozar – verdade! Não são necessariamente frígidas, mas são anorgásmicas. Possuem pouco interesse sexual. Entram no sexo tardiamente e se frustram logo. Quando entram mais cedo, antes dos dezoito, já são pessoas completamente desinteressadas. As candidatas a dizer “estou com dor de cabeça”.
Essas mulheres, uma vez solicitadas ao sexo, ficam irritadas no dia seguinte. Ficam frustradas, com baixa estima. Algumas desenvolvem comportamentos agressivos. Uma vez transformadas em presidentes, não custa nada jogarem uma bomba atômica num país vizinho.
Para essas mulheres, a ditadura do “faça sexo” é um martírio. Você que goza, minha leitora amiga, que goza no fundo mesmo (não só o gozo externo), saiba que de cinco amigas que você reúne em casa, incluindo você, uma delas não goza. Outras duas gozam só externamente.
Sexo não faz bem para essas pessoas. Quanto mais fazem sexo, mais se frustram, e logo se tornam pessoas deprimidas, vítimas de médicos idiotas que são incapazes de saber qual problema realmente elas possuem (até porque a maioria dos homens não acredita que exista uma mulher que não goza, eles sempre acha que, com ele, aquela que diz que não goza, vai gozar). Para estas, o melhor que Santo Antônio tem a fazer, é não inventar de jogá-las para um casamento com um homem fogoso. Talvez, o melhor mesmo é não terem homem algum.



Compre!